A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS de H. G. Wells (ebook) Clique aqui para baixar sua versão gratuita: https://bityli.com/DH1P5

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H. G. WELLS

ENTRE A AVENTURA E A FICÇÃO CIENTÍFICA

A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS apresenta a aventura de Edward Prendick, náufrago que vai parar em uma ilha isolada, onde
estranhos experimentos são realizados pelo Doutor Moreau.

O livro pertence a um ramo dos mais ricos da literatura fantástica ou de aventuras, afirma Braulio Tavares no prefácio desta edição;
Prendick não era um aventureiro profissional preparado para enfrentar perigos, mas um homem comum (como o próprio leitor).

Mais de 120 anos depois de sua publicação, A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS permanece atual, principalmente pela reflexão que traz,
justificando a reedição deste clássico sombrio e perturbador. Além de discutir o papel da ética na Ciência, a obra se comunica com questões atuais como a exploração de populações específicas, o preconceito em relação a grupos sociais e a manipulação de indivíduos por meio do discurso científico.

A primeira edição foi lançada no Brasil em 1935, e contou com a tradução de Monteiro Lobato para o já clássico The island of Doctor
Moreau, período próximo à versão cinematográfica de A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS (1932) de quem a edição brasileira incorporou o nome.

 

Link para prefácio de BRAULIO TAVARES para o livro A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS   https://issuu.com/bandeirola/docs/encarte_a_ilha_prefacio_bt

 

A BANDEIROLA APRESENTA MAIS UM CLÁSSICO VINTAGE

 

Um clássico da Ficção Científica e Horror escrito em 1896 e ainda tão atual nesses tempos espantosos

A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS apresenta a aventura de Edward Prendick, náufrago que vai parar em uma ilha isolada, onde estranhos experimentos são realizados pelo Dr Moreau.

 

Primeiro motivo: H. G. Wells foi um visionário em sua época e até hoje influencia a Literatura e o Cinema. O escritor inglês é um dos maiores responsáveis pelo surgimento e disseminação da Ficção Científica como gênero literário, e merece uma edição especial que valorize a sua importância. 

 

Segundo motivo: Mais de 120 anos depois de sua publicação, A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS permanece atual, principalmente pelas reflexões que traz, justificando a reedição deste clássico sombrio e perturbador. Além de discutir o papel da ética na Ciência, a obra se comunica com questões atuais como a exploração de populações específicas, o preconceito em relação a grupos sociais e a manipulação de indivíduos por meio do discurso científico.

Terceiro motivo: A 1ª edição brasileira de A ILHA DAS ALMAS SELVAGENS foi lançada em 1935. A tradução é de Monteiro Lobato que, além de editor, foi um tradutor incansável. A 1ª edição brasileira do já clássico 

EDIÇÃO DIGNA DE COLECIONADOR. Como em O Doutor Negro de Conan Doyle, primeiro título da série Clássicos Vintage, essa edição é digna de colecionador: capa dura, 176 páginas, tamanho 13,5 x 18,5 cm, como uma boa parte dos livros publicados no final do século 19.

O PREFÁCIO ficou por conta de Braulio Tavares, escritor, tradutor, antologista, compositor e conhecedor, como poucos, da literatura fantástica e da ficção científica. Braulio nos trouxe um intenso painel interpretativo da época e obra de H. G. Wells. O prefácio será enviado por link de acesso ao email do apoiador tão logo se efetive a contribuição, uma forma de curtir imediatamente uma prévia do livro.

PROJETO GRÁFICO concebido pela editora de arte Thaís de Bruÿn Ferraz, que foi capaz de manter o ambiente do final do século 19 com sabor e qualidades super atuais.

A EDIÇÃO CUIDADOSA de Maria Angela Pontual não deixou que nada escapasse de seu olhar atento e conhecedor de editora. Preparou notas de rodapé, fazendo a necessária indicação de alguns termos para nada prejudicar o entendimento e fluidez da leitura.

E, NA CRIAÇÃO DO PROJETO EDITORIAL Clássicos Vintage e acompanhamento direto da edição e produção desta pequena joia eu, Sandra Abrano.